Porque a poupança foi confiscada?

Por que Collor confiscou a poupança? Na prática, o confisco só permitia sacar o valor de até 50 mil cruzados novos que estivessem depositados na poupança. Acima desse valor, os recursos ficavam retidos por 18 meses. Para isso, aquilo que estava confiscado era corrigido monetariamente e acrescido de juros de 6% ao ano.

Como foi devolvido o dinheiro do Plano Collor?

Todo o dinheiro restante depositado em bancos no país ou investido em aplicações financeiras ficou retido pelo governo, que prometeu restituí-lo em 12 parcelas. Ao mesmo tempo em que confisca o dinheiro, o Plano Collor congela os preços de bens e serviços e também os salários, ignorando a inflação daquele mês de março.

Quem roubou a poupança?

SÃO PAULO — Em 21 de março de 1990, o Ibovespa despencou 22,27% após o pânico no mercado causado pelo Plano Collor. O então presidente Fernando Collor de Mello determinou o bloqueio das poupanças até o limite de 50 mil cruzados novos.

Seria possível que um governo voltasse a fazer o confisco das cadernetas de poupança?

Ou seja: não, esta não é uma possibilidade neste momento. Ademais, a Emenda Constitucional nº 32, de 2001, impede medida provisória para proponha a detenção ou sequestros de bens, seja de poupança ou qualquer ativo financeiro.

Qual o valor garantido na caderneta de poupança?

Garantia da Caderneta de Poupança O dinheiro aplicado numa caderneta de poupança é garantido pelo FGC (Fundo Garantidor de Créditos) até R$ 250 mil (por CPF e por instituição financeira).

Em quais pontos se apoiava o Plano Collor?

O Brasil sofreu por vários anos com a hiperinflação: em 1989, o ano antes da posse de Collor, a média mensal da inflação foi de 28,94%. O Plano Collor procurava estabilizar a inflação pelo "congelamento" do passivo público (tal como o débito interno) e restringindo o fluxo de dinheiro para parar a inflação inercial.

Quando foi liberado o dinheiro do Plano Collor?

Do dia 19 de março em diante, correntistas e poupadores, pessoas físicas e jurídicas, só conseguiram sacar 50 mil cruzados novos, cerca de R$ 8,3 mil em valores atuais. O restante seria devolvido, em 12 parcelas iguais, a partir de 16 de setembro de 1991, acrescidas de correção monetária e juros de 6% ao ano.

O que aconteceu na era Collor?

O Governo Collor, também denominado como Era Collor, foi um período da história política brasileira iniciado pela posse do presidente Fernando Collor de Mello, em 15 de março de 1990, e encerrado por sua renúncia da presidência, em 29 de dezembro de 1992. Collor assumiu com a inflação em 1972,91% e entregou a 1119,91%.

O que ficou definido no Plano Collor?

O Plano Collor combinou reforma monetária profunda, prefixação e correção de preços e salários, câmbio flutuante, tributação pesada e ampla sobre as aplicações financeiras, enxugamento drástico de dinheiro, com o confisco, fechamento de empresas e órgãos públicos e demissões no funcionalismo.

Como foi o confisco da poupança em 1990?

O que foi o confisco da poupança? Na década de 1990, a inflação brasileira estava pelas nuvens. Foi quando o governo decidiu tirar de circulação 80% de todos os recursos do mercado e aconteceu o que conhecemos como confisco.

Quando o Collor roubou o Brasil?

Senador e ex-presidente usou o Twitter para pedir desculpas Collor bloqueou os ativos, como ele mesmo diz, em 16 de março de 1990, apenas um dia depois de tomar posse. Da noite para o dia, os brasileiros viram desaparecer 80% da renda aplicada em cadernetas de poupança, contas correntes e aplicações financeiras.

O que aconteceu em março de 1990?

Foi no dia 16 de março de 1990, um dia depois da posse do presidente Fernando Collor de Mello, quando, no auditório do Ministério da Fazenda, em Brasília, ela e dezenas de repórteres participaram de uma coletiva com a equipe econômica do novo governo, o primeiro eleito pelo voto direto depois de quase 30 anos.

O que eram os caras pintadas?

Os caras-pintadas foi o movimento estudantil brasileiro realizado no decorrer do ano de 1992 que teve, como objetivo principal, o impeachment do presidente do Brasil na época, Fernando Collor de Mello.

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